“Eu acreditava na liberdade da dança de mãos solitárias. Girando no ar, acompanhando a música que nem tocava. Gesticular quando eu quisesse, sempre pronto pra cumprimentar algum conhecido que por ali passava. Eu era livre, de mãos nos bolsos ou bailando no ar. Era uma sensação tão feliz. Como eu era bobo.
A real liberdade das mãos é ficar entrelaçado entre seus dedos. Acho que é mais ou menos isso que o poeta queria dizer com estar-se preso por vontade. É sentir seus batimentos cardíacos pulsando nos meus. A palma da mão roçando nas suas unhas recém-pintadas.”
“Vi o meu sentido confundido iluminado, vi o sol enluarar quando viu vc! Vi a tarde inteira, a sexta feira o feriado… o meu relogio o amor tirou, mas sei q meu coração tá batendo mais forte pq vc chegou!”